Terça-feira, 30 de Novembro de 2004

"Levanta-te e chora"

Os políticos deste País têm a ideia errada que o povo português deve ser tratado com benevolência, paternidade e inconsistência cerebral.

Como português tenho que expressar a minha mais profunda indignação, já nos calhou um Almirante a falar do canário, outro a falar-nos de conversas em família, para termos um nos tempos que correm a falar da família.

Desculpem-me as mães que produziram tais abortos, eu sei que os filhos não devem pagar pelos erros dos pais, mas será que os pais têm que pagar pelos erros dos filhos?

Será que eu, que nem votei e que não tenho ninguém que me represente nessa casa de vastas e inócuas ideias, chamada de Assembleia da República, tenha que aturar uns gajos com sede de poder e de poleiro? E ainda ter que lhes pagar pelo mau serviço que me prestam?

Puta que os pariu (o Fernando Rocha que me perdoe pelo plágio), e uma vez mais, desculpas aos ventres que geraram estas execráveis criaturas.

A parte do “é pró bujão” não, muito obrigado, estou farto, já está na hora de ir o deles ao castigo, "mais nada".

publicado por McClaymore às 01:02
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Quarta-feira, 24 de Novembro de 2004

A Grande Entrevista...

Peço imensa desculpa mas não resisto, o que vi ontem na RTP levou-me às lágrimas. Especialmente quando a Judite de Sousa, perguntou ao 1º Ministro se lia jornais:

 

“-Claro que leio.”

“-Então não diz como o Prof. Cavaco Silva que não lia, já agora quanto tempo?”

“-15 minutos.”

“- Mas isso é muito pouco…”

“-Já estou habituado.”

 

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<P class=MsoNormal style="MARGIN-TOP: 0px; MARGIN-BOTTOM: 0px; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana">Peço imensa desculpa mas não resisto, o que vi ontem na RTP levou-me às lágrimas. Especialmente quando a Judite de Sousa, perguntou ao 1º Ministro se lia jornais: </SPAN></P><P class=MsoNormal style="MARGIN-TOP: 0px; MARGIN-BOTTOM: 0px; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"></SPAN> </P><P class=MsoNormal style="MARGIN-TOP: 0px; MARGIN-BOTTOM: 0px; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana">“-Claro que leio.”</SPAN></P><P class=MsoNormal style="MARGIN-TOP: 0px; MARGIN-BOTTOM: 0px; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana">“-Então não diz como o Prof. Cavaco Silva que não lia, já agora quanto tempo?”</SPAN></P><P class=MsoNormal style="MARGIN-TOP: 0px; MARGIN-BOTTOM: 0px; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana">“-15 minutos.”</SPAN></P><P class=MsoNormal style="MARGIN-TOP: 0px; MARGIN-BOTTOM: 0px; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana">“- Mas isso é muito pouco…”</SPAN></P><P class=MsoNormal style="MARGIN-TOP: 0px; MARGIN-BOTTOM: 0px; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana">“-Já estou habituado.”</SPAN></P><P class=MsoNormal style="MARGIN-TOP: 0px; MARGIN-BOTTOM: 0px; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"></SPAN> </P><Pclass=MsoNormal style="MARGIN-TOP: 0px; MARGIN-BOTTOM: 0px; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana">Aqui destrambelhei, a minha família pensou que eu tinha acabado de enlouquecer, continuei a chorar mas agora de riso.</SPAN></P><P class=MsoNormal style="MARGIN-TOP: 0px; MARGIN-BOTTOM: 0px; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana">Fechem os olhos e imaginem comigo o Santana a chamar mais uma vez o Gomes da Silva e a dizer-lhe:</SPAN></P><P class=MsoNormal style="MARGIN-TOP: 0px; MARGIN-BOTTOM: 0px; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"></SPAN> </P><P class=MsoNormal style="MARGIN-TOP: 0px; MARGIN-BOTTOM: 0px; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana">“- Gomes dá aí mais um diário…”</SPAN></P><P class=MsoNormal style="MARGIN-TOP: 0px; MARGIN-BOTTOM: 0px; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana">“- Ó Pedro, vê lá se te despachas com isso, eu também tenho que ir ao WC e tu já tás aí há quinze minutos.”</SPAN></P><P class=MsoNormal style="MARGIN-TOP: 0px; MARGIN-BOTTOM: 0px; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana">“- Gomes tens é que dizer a esses gajos que comecem a utilizar melhor papel nas tiragens. Este está-me constantemente a arranhar…</SPAN></P><P class=MsoNormal style="MARGIN-TOP: 0px; MARGIN-BOTTOM: 0px; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana">Acho que nunca me vou habituar a estes cortes orçamentais de papel que o Bagão nos quer impingir.”</SPAN></P><P class=MsoNormal style="MARGIN-TOP: 0px; MARGIN-BOTTOM: 0px; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana">“- Tu é que és o culpado puseste em risco a coligação.”</SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN-TOP: 0px; MARGIN-BOTTOM: 0px; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana">“- Gomes estás proibido de falar comigo sobre a coligação logo de manhã, especialmente quando estou com as calças em baixo, dão-me logo cólicas e o dia corre-me mesmo mal.”</SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN-TOP: 0px; MARGIN-BOTTOM: 0px; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"></SPAN> </P> <P class=MsoNormal style="MARGIN-TOP: 0px; MARGIN-BOTTOM: 0px; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana">A conversa de merda que eu imaginei acaba aqui, não acabei foi de ver a entrevista, a minha família preocupada com a minha sanidade mental, mudou de canal, escondeu-me o comando e eu felizmente, também já não tive forças para me levantar do sofá…</SPAN></P><P class=MsoNormal style="MARGIN-TOP: 0px; MARGIN-BOTTOM: 0px; TEXT-ALIGN: justify"> </P>
publicado por McClaymore às 14:57
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Terça-feira, 23 de Novembro de 2004

"Disto daquilo e de cousa nenhuma..."

O Teatro Fechado tem a honra de levar à cena: O Auto do Milagre dos Cravos…

 

Todos os personagens pertencem ou pertenceram a uma história de ficção, qualquer coincidência com a realidade, é mesmo e só uma mera coincidência. Aconselhamos ainda que as cenas pouco dignas não sejam vistas por menores.

 

Cenário:

 

Os actores encontram-se em pleno deserto com um fundo de um castelo medieval, encimado por aves negras e relâmpagos trovejantes. O séquito da rainha, pouco e mal ataviado, segue-a por entre os cactos e as silvas que se interpõem no caminho. Encontra-se em romaria, para inaugurar mais uma obra de caridade. Ao seu encontro, sem ela saber, vai o seu marido e o seu filho.

Este acto desenrola-se numa época muito conturbada em que os animais falavam e os cargos e honrarias eram herdados por nobre sucessão.

 


Personagens:

 

- D. Marocas, rei de um povo à beira mar plantado, gordo, anafado e bochechudo, retirado das lides, o seu maior empenhamento é o de dar entrevistas para a televisão. Quer ainda que o filho lhe suceda na condução dos assuntos do reino.

Vestes de safo, olhos brilhantes marotos, cabelos brancos de profundas arrelias. Viajante de mares nunca dantes navegados. Constantemente ateu, poliglota e republicano q.b. Frase célebre: “O meu reino por um avião…”

 

- D. Maria, santa de serviço, génio transviado do teatro para os palcos da vida, mãe extremosa, casada com D. Marosca. Tendência para se alapar a lugares que lhe foram confiados. Mau génio quando contrariada. Demonstra uma admiração sobrenatural pelo marido, mas não concorda com as suas herejes tendências. Frase célebre: “Mais vale presidente toda a vida do que ex-presidente de cousa nenhuma”.

 

- D. Marocas, Jr., príncipe encantado desta nossa narração, viajante inconfesso de lugares exóticos. Edil de uma cidade de mil cores, dificuldades em arrastar o nome da família que o precede. Tendência em ter desastres em locais ermos e pouco comuns. Retrato fiel do pai, apenas na figura e nos modos. Militante de causas perdidas. Não tem frases célebres.

 

Capítulo I

 

Cena I e única.


 

Narrador (de braços abertos e ar dramático): D. Maria acicatava o condutor do seu coche, último modelo, para que se apressasse, aquela estrada desértica era um mau prenúncio de maus encontros e más recordações.

 


D. Maria (aos gritos): “- Obrigue-me esse burro a andar mais depressa.”

 

Fiel Cocheiro (a cofiar o bigode): “- Mas Senhora, tive a liberdade de lhe comprar algo…”

 

D. Maria (continua aos gritos): “- Meta o “algo” no cú e a cenoura no burro para ver se nos despachamos, ainda quero ir ao cabeleireiro hoje”.

 


O Burro: (ar assustado): “- A cenoura aonde?”

 

Fiel Cocheiro (ar preocupado): “- Cala-te, não, não era para si Senhora. Mas e os seus seguidores? Não vão aguentar.”

 

D. Maria (ar de desprezo): “- Claro que vão, ande mas é lá mais depressa…”

 

O Burro (ar cansado): “-Eu é que não aguento…”


 

O fiel condutor, qual fiel palafreneiro, chicoteia o burro que de repente desata a correr desalmadamente. Mas eis senão quando, numa curva do caminho, lhes aparecem pela frente dois vultos, fantasmagóricos, envoltos em negras e deslavadas vestes.

O burro estaca, insólito e fremente, o condutor ainda a tremer, houve num repelão D. Maria a reclamar de dentro do coche último modelo.

 


D. Maria (mais uma vez aos gritos): “- Meu grande filho de uma criada, que maneiras são essas de se conduzir, parti umas costelas, e agora? Sabes bem que não tenho assistência hospitalar, vetaram-me as quotas na Cruz Vermelha, meu cocheiro de segunda…”

 

Fiel Cocheiro (ar muito preocupado): “-Mas Senhora, – tibetuou o fiel condutor – dois vultos se atravessam no nosso caminho e o burro com o susto parou…”

 

O Burro (a verter águas pelo meio das pernas): “-Mijei-me….com o susto, esses dois gajos são mesmo feios.”

 

D. Maria salta do coche, levanta as saias, e altaneira dirige-se para os dois vultos.

 

D. Maria (ar furibundo, aos gritos): “- Desimpedi-me o caminho maltrapilhos, tenho que me despachar.”

 

O primeiro vulto faz uma vénia e numa voz sibilante, qual mordaz bobo da corte, pergunta.

 

D. Marocas (incógnito de todo): “- Já não reconheceis a família, Senhora minha?”

 

D. Maria (ar cínico): “- Mas não estavas em Bruxelas a comer “Belgas” (leiam-se bolachas e não liguem ao trocadilho), ou nas Ilhas Caimão a andar de tartaruga? Divino esposo.”

 

D. Marocas (sem incógnito): “- Esta mulher está a gozar comigo?”

 

Dirigiu-se D. Marocas para o segundo vulto.

 

D. Marocas, Jr. (ainda incógnito): “- Pai, - disse o segundo vulto – pergunta-lhe o que ela leva no real regaço?”

 

D. Marocas (menos incógnito): “- D. Maria o que levais no vosso real regaço?”

 

D. Maria (ar de sonsa nº1): “- No quê?”

 

Retorquiu D. Maria fazendo-se de sonsa.

 

D. Marocas, Jr. (pouco incógnito): “- Pai, ela está mesmo a gozar contigo…”

 

D. Marocas (a espumar de raiva): “- Brincais comigo?”

 

D. Maria (ar de lerda): “- Não excelso esposo, sou um bocadinho lerda no meu português, desculpai-me. Por momentos pensei que falasses em outra cousa.”

 

E num repente, teatralmente, D. Maria abre o seu regaço, caindo deste uma data de G3, uma quantidade enorme de granadas de mão, umas quantas bazucas, e mais armas do que qualquer humano possa imaginar.

Boquiaberto o Rei, D. Marocas, ajoelhou-se, obrigou o segundo vulto a fazer o mesmo e exclamou.

 

D. Marocas (branco como a cal): “- Mas Senhora, são armas, estais a pensar nalguma revolução? E essas granadas têm cavilha, espero?”

 


D. Maria (ar de sonsa nº2) “- Claro D. Marocas tenho-vos ouvido com atenção e ando a tratar de tudo…Cavilha é alguma coisa que se coma?”

 

D. Marocas (sobrancelhas arqueadas) “- Minha fiel esposa, desculpai-me, mas por momentos pensei que leváveis cravos.”

 

Entretanto esbaforidos e de língua de fora, foram-se aproximando os seguidores de D. Maria que ao inteirarem-se da situação, gritaram em coro.


 

A Turba e o Burro: (língua de fora e a arfar, o burro de joelhos) “- É uma santa…”

 

O Rei bem que ficou desconfiado, mas como era ateu, retirou-se prudentemente para a sua Fundação, depois de ter feito umas tantas considerações sobre revoluções e cravos para as estações de TV que entretanto tinham aparecido como por milagre…

 

Fim.

 

O pano baixa, o único espectador ainda presente, chora comovido desalmadamente.

No final viemos a saber que era surdo, mudo, cego e paralítico, que tinha apenas entrado no teatro porque andava à procura de uma casa de banho e que tinha encravado o pirilau no fecho eclair, também não tinha conseguido fugir porque lhe haviam subtraído as muletas.

 

Nota do Produtor: Não devolvemos o dinheiro dos bilhetes caso tenha desistido a meio do espectáculo.

publicado por McClaymore às 14:49
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Segunda-feira, 22 de Novembro de 2004

A Revolução – segundo a visão de um admirador do Prof. Marcelo.

Corria o ano do Senhor de XXXX,  , quando uma cegonha descuidada, se lembrou de “aterrar”, numa linha de alta tensão, provocando mui estragos, entre eles uma falta de ACDC, durante várias horas. Ao princípio julgou-se que se tratava de um acto de sabotagem para tomar o poder. Os governantes, cuidadosos e bem avisados, retiram-se para os seus “bunkers”, não fosse verdade que havia uma revolta militar. Felizmente encontraram as cinzas da cegonha, a autópsia revelou que havia morrido electrocutada. Não foram revelados quaisquer outros resultados e a Quercus, nunca se manifestou sobre o perigo para as aves do Baixo e Alto Alentejo dos postes de alta tensão mal sinalizados, também nunca mostraram o corpo de delito, as imagens deviam ser demasiado chocantes para passar no telejornal da noite, cegonhas a deixar cidades inteiras sem luz, à aí ao pontapé, se fosse um elefante com asas, já era notícia.  Felizmente, como dizia um senhor um destes dias na TV, estamos na CEE, senão já tinha havido mesmo uma revolução. Porra, matamos uma cegonha, para justificar um apagão. Não se faz, é uma espécie protegida. Vamos ter que pagar uma multa a essa de CEE, mas os meios justificam os fins. Na verdade, matar uma cegonha é bem mais lícito do que encontrar nestes momentos desculpas para o mau estar que vai neste cantinho. Pena é que esse senhor que tão impadamente fala de revoluções, seja da mesma cor daqueles que nos governaram durante uns anos e deixaram a herança que sabemos.

O mau estar que ele fala e a falta de confiança nos governos, foram provocadas pela sua governação à frente dos destinos do País. A sua actuação nas Presidências Abertas, levaram a que o governo de então, se demitisse e abandonasse a sua linha. Eu acho imensa piada, ver uma pessoa que sabe como actuou, vir agora hipocritamente falar de “revoluções”. O seu cinismo só é ultrapassado pelo do senhor que está no governo nesta altura, e que nesses tempos imemoriais, zurzia no governo de então, através do jornal que dirigia. Agora faz birras, mas ainda terá de engolir um sapo maior, pois aquele que ajudou a derrubar, virá a ser apoiado por ele e pelos seus seguidores para o cargo de PR.

As voltas que a vida dá, isto sim, é que é uma verdadeira revolução.

Aconselhamos serenamente que continuem à espera de novas, e para melhor compreenderem esta novela aconselhamos como trabalho de casa:

- Lerem atentamente o jornal Independente dos anos de 1987 a 1994.

- Verem com atenção as imagens de arquivo da RTP, sobre as Presidências Abertas, do Exmo. PR da altura.

- Lerem ainda o livrinho vermelho de Mao, o Mein Kampf do tio Adolf, as ultimas publicações no exílio de Marcelo Caetano onde referencia os políticos que agora nos governam, o Príncipe de Maquiavel e ainda o Trópico de Câncer do Henry Miller.

Este último como é óbvio é apenas para depois de tão indigesta leitura, colocar alguma leveza na nossa cabeça, em alternativa aconselho pudicamente que leiam o próximo orçamento de estado ou a pergunta que nos vão fazer no próximo referendo.

 

Claro que isto tudo se passou e passa num País que não existe, com um governo de faz de conta e com um povo que só vê e acredita em telenovelas.

publicado por McClaymore às 14:46
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Segunda-feira, 1 de Novembro de 2004

Para quem interessar...

Aproveito para mais uma vez me penitenciar e do meu desmazelo crónico relativamente ao universo que nos rodeia. Continuando o meu trabalho (baseado no do saudoso Professor), quero deixar aqui o meu sincero agradecimento a uns quantos bloguistas que tiveram a ousadia de me espreitar enquanto eu andava em crise: o Contra indicado para Diabéticos, de uma miúda gira que perdeu a cabeça e se casou, enfim que faça feliz o caramelo que escolheu (vamos lá a tratar bem o “piqueno” senão dou-lhe a morada de um bloguista nessa situação para ele aprender alguma coisa), depois temos ainda O ser Intemporal (anda um bocadinho baralhada com o HTML, já passei pelo mesmo e só apetece acabar com tudo, força miúda, isso passa), o Azul do Mar, o My World, a Indolentia e por fim a Panpanisca.

Tenho que começar a fazer estes exercícios de agradecimento com mais frequência, bloguemos, pessoal, bloguemos…

publicado por McClaymore às 20:34
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O absurdo...

Esperei ansiosamente o desfecho da telenovela do nosso amigo Prof. Marcelo, o inevitável aconteceu e o absurdo também, continuo sem perceber muito bem a razão de todo este folhetim. Acontece que como bloguista sei ler nas entrelinhas e tenho boas razões para ficar preocupado, o José Magalhães num suplemento de um diário fazia referência às fontes anónimas que os nossos isentos jornalistas usam como manancial íntegro das suas notícias: os nossos blogs. Surpreendente até para um defensor da privacidade como eu, que essas fontes apareçam como anónimas…

A outra, também surpreendente, parece tirada de um qualquer boateiro de mau gosto mas a distinta Ana Gomes ofereceu numa das páginas do referido jornal, o seu modesto blog para que o Prof. Marcelo pudesse continuara zurzir no governo…

Vou guardar religiosamente esta edição, em primeiro lugar para me lembrar sempre do trabalho de pesquisa árduo, laborioso e bem fundamentado dos jornalistas que nos entopem com as suas “notícias”. O segundo como bom exemplo de marketing indirecto: a Ana Gomes tem blog (espero nunca lá ir parar por engano) e o Prof. Marcelo não. Viva a publicidade…

publicado por McClaymore às 19:36
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